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Como a PNL pode me ajudar?

De forma simples e direta, a resposta da pergunta que leva o nome título deste artigo, pode ser: fornecendo ferramentas para promover mudanças e adaptações em todas as áreas de sua vida. Logicamente, trata-se de uma resposta bastante ampla, e seu significado vai tomando forma a medida refletimos sobre a maneira que pensamos e as interpretações que temos do mundo ao nosso redor.

A Programação Neurolinguística conhecida também por PNL, ao contrário do que algumas pessoas acreditam, não é uma ciência ou mesmo uma terapia; apesar de possuir potentes recursos terapêuticos. Apresento nos treinamentos ministrados a PNL como um processo educacional, onde aprendemos a nos conhecer melhor, entendendo as estruturas formadas ao longo de nossas vidas e o significado que damos a cada fato.

O resultado disso é uma percepção da vida de forma diferenciada, pois aprendemos a verificar a qualidade de nossos pensamentos, obter mais flexibilidade perante as diversas situações e a buscar soluções para atingir nossos diferentes objetivos. Além disso, a PNL pode mudar de forma significativa sentimentos, comportamentos e até crenças, proporcionando uma mudança pessoal profunda, de forma natural, permanente e eficiente.

Ainda para ajudar na compreensão da resposta, apresento a você leitor, um caso trabalhado há mais ou menos dois anos. Uma mulher de 28 anos se encontrava em um momento profissional bastante especial, trabalhava em uma multinacional há seis anos e foi informada pela gerência que seria promovida pela dedicação e comprometimento com a empresa. Porém a alegria em ter seu trabalho reconhecido estava dando espaço para a tristeza e preocupação, pois sabia que em suas novas atribuições, precisaria apresentar seminários internos assim como relatórios de desempenho para a diretoria.

Desenvolver habilidades de oratória e apresentações não é algo instantâneo, porém está ao alcance de todos, logicamente esse aprendizado passa pelas fases de observação de pessoas que servem de fonte de referência e inspiração, assim como o cuidado com a voz, entonação, movimentos corporais, utilização do espaço, etc. Percebo nesse processo que a maior dificuldade não está relacionada ao conteúdo das apresentações e sim ligada a aspectos emocionais e pensamentos limitantes como o medo de se expor, questionamentos da plateia, não envolvimento das pessoas, súbito esquecimento e a perda de foco durante a apresentação, dentre outras coisas.

Ao conversar com essa mulher, a mesma demonstrava seu desânimo com o novo cargo, desejando até não aceitar o mesmo ou ainda procurar outra empresa para trabalhar, relatava que nunca foi boa em apresentações, e utilizo aqui suas próprias palavras: “sempre fui uma pessoa preocupada em fazer tudo direito, mas na hora de apresentar qualquer coisa eu travo”, e só de pensar na situação, sentia tremor pelo corpo e um grande incômodo estomacal.

Utilizando ferramentas da PNL, solicitei que fosse buscando em sua memória momentos em que precisou se expressar em público e os sentimentos que estavam associados a isso, ela contava que todas as experiências foram péssimas. Trabalhando essa linha de tempo, sua primeira lembrança aconteceu na infância. Lembrou-se de um encontro familiar onde ela com oito anos e seus primos com praticamente a mesma idade, resolveram montar um teatrinho. Coube a ela um dos principais papéis, porém durante a apresentação acabou esquecendo o texto, causando uma pausa no evento, que foi muito aplaudido por todos no final; porém as outras crianças a acusaram de ter estragado tudo.

Mais uma vez, ferramentas foram utilizadas, com o objetivo de entender esse fato de forma diferenciada, substituindo sentimentos de culpa e fracasso. Atualmente continua trabalhando na empresa em seu novo cargo, fazendo diversas apresentações e sonhando com voos mais altos, compreendeu de forma consciente, e com o auxilio da PNL, que uma experiência ruim do passado não pode ser perpetuada pelo resto da vida.

Está feliz, é o que importa!

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